terça-feira, 16 de outubro de 2012

O MUNDO EM CRISE?


O QUE ACONTECERÁ SE A ECONOMIA DO MUNDO QUEBRAR?


Um assunto especula, se haver uma possibilidade da economia no mundo quebrar? qual vai ser, o passo para se reerguer, alguma economista pensam na unificação da moeda, Ou seja, em vez de blocos, como Euro,mercosul,dollar, tivesse uma unica moeda, assim como o cartão de credito pudesse usar a moeda no mundo inteiro?  acredite, isso esta proximo a acontecer. De sua opnião.

Veja algumas materias atuais sobre o assunto

Sentimento econômico da Alemanha sobe em outubro

O levantamento mostrou que o sentimento econômico ficou em -11,5 neste mês, ante -18,2 vistos em setembro



Sean Gallup/Getty Images
Bandeira da Alemanha
O resultado veio melhor do que o esperado por economistas
Mannheim - O sentimento do analista e do investidor da Alemanha subiu mais do que o esperado em outubro, sugerindo que a crise da zona do euro não está afetando a maior economia do bloco como se temia, segundo a pesquisa do instituto econômico ZEW publicada nesta terça-feira.


Grécia permite venda de alimentos vencidos por preço menor

Associações de consumidores interpretaram a medida como uma prova da incapacidade do governo para deter a inflação dos produtos básicos


Milos Bicanski/Getty Images
Banca de tomates em feira na Grécia com notas de dracma
Banca de tomates em feira na Grécia: agora país poderá vender alimentos vencidos por preço mais baixo
Atenas - A Grécia vai permitir a venda de alimentos vencidos por um preço inferior ao original, em uma medida que o governo não foi capaz de justificar, mas que as associações de consumidores interpretaram como uma prova de sua incapacidade para deter a inflação dos produtos básicos.
Um decreto ministerial acaba de reativar uma velha regulamentação que autoriza supermercados e lojas de alimentação a vender alimentos, mesmo que superada a data de validade.
"Esta regulamentação existe há muitos anos. E é algo permitido também no resto da Europa. A única coisa que fizemos foi detalhar que estes produtos devem ser vendidos a um preço baixo. Não entendo por que está causando tanto barulho", declarou na segunda-feira à Agência Efe Yorgos Moraitakis, assessor do Ministério de Desenvolvimento, Competitividade, Transporte e Comunicações.
A normativa exclui a carne e os laticínios da lista de produtos perecíveis que podem ser vendidos e estabelece um limite máximo de datas nas quais pode ser continuada a comercialização.
Assim, os alimentos nos quais a data de validade vem indicada por dia e mês, poderão continuar nas prateleiras por mais uma semana.
Caso conste "consumir preferencialmente antes de" e só for indicado o mês e o ano, a venda poderá ser estendida durante um mês, e se a data indicar somente o ano, a data de venda poderá ser prolongada por um trimestre.
Moraitakis não quis especificar à Efe os motivos desta decisão e se limitou a lembrar que a normativa já existia, mas as associações de consumidores e inclusive alguns organismos oficiais criticaram a medida.

Fonte Exame

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

IPhone melhor do mundo?


Primeiras impressões: o surpreendente iPhone 5, da Apple

Nossas primeiras impressões do novo iPhone 5 são ótimas e percebemos que não é apenas uma evolução, ele tem tudo para ser um dos melhores smartphones.




iPhone 5
iPhone 5
É estranho opinar sobre algo o qual nunca vi ou evitava ver. Mas viver de jornalismo tecnologia é assim: você muitas vezes dá opiniões sobre coisas que só seus olhos viram, seja em fotos ou vídeos. De longe, desde o dia 12 de setembro, o iPhone 5 parecia uma simples evolução do iPhone 4S, e não uma revolução. Hoje, depois de uma semana com o aparelho, posso dizer com clareza: ele é um dos smartphones mais sensacionais que eu já vi.
Design
iPhone 5
Como um aparelho maior pode parecer menor que seu antecessor?
O golpe certeiro da Apple pode ter vindo da surpresa ao empunhar o novo iPhone. Se nos dias após seu lançamento, o iPhone 5 foi considerado “tedioso”, “chato”, um aparelho que basicamente já tinha vazado por completo nos últimos meses, encontrar o aparelho pode ter perdido um pouco do fator surpresa. Até você segurá-lo. De primeira, o esforço que eu despendi para segurá-lo foi quase o bastante para eu deixá-lo escapar. Ele é muito, muito leve. Não há palavras nem imagens que expliquem isso. (Mesmo assim, no podcast que gravamos no dia do lançamento, eu já estava bem encafifado com o peso mínimo dele.)
Eu já senti algo parecido antes: no Galaxy S III, da Samsung. À época, eu o comparei àqueles 100 gramas de presunto que você pede na padaria e o atendente coloca um pouco a mais. Aqui, a coisa é ainda mais absurda: a diferença de peso, em números, não parece tão sensível — 133 gramas contra 112 gramas do iPhone 5 — mas há algo a mais. No Galaxy S III, por conta de seu acabamento em policarbonato, faz mais sentido esperar que um aparelho de plástico pese menos. No iPhone 5, construído com vidro e alumínio, e maior do que seu antecessor, o choque é maior.
Passado o susto do peso, você começa a reparar na construção do aparelho. Finalmente o vidro traseiro foi embora. O acabamento traseiro do aparelho preto, com alumínio e poucos relevos, é belíssimo. O final das bordas de todo o aparelho são curvadas, com ótimo acabamento. Mas há um grande porém aqui: o vidro traseiro foi embora, o que aumenta a confiança de que ele não quebre. Mas essas laterais, as pequenas extremidades do aparelho, riscam com altíssima facilidade. Como o iPhone 4S tinha a lateral sem pintura, apenas com alumínio, isso não acontecia. Agora, em uma semana de uso, vários trechos na lateral do aparelho perderam a cor. Você pode reparar no primeiro deles no primeiro segundo de vídeo. Eles aumentaram consideravelmente com o passar dos dias. Proteger as laterais mais do que nunca requer um case. E isso, para mim, é um saco.
iPhone 5
Somando a construção à leveza do aparelho, começo a entender por que parte dos chineses da Foxconn se rebelaram contra o sistema de teste de construção dos iPhones 5 na China. Montar milhares de aparelhos assim em um só dia, com a Apple na sua cola, não deve ser nada bom. Dada a falta de iPhones 5 nas lojas dos EUA, talvez seja hora de a Apple rever seu investimento em fabricações e gastar bem mais com isso, em prol não só do bem estar das pessoas que os constroem, mas também pensando nos consumidores.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Dieta x Controle de Dinheiro


Dieta x Controle de Dinheiro 



Podemos comparar, o controle do dinheiro com a dieta?

Como é Dificil fazer dieta ne? deixa de comer coisas deliciosas, Batata Fritas, carnes saborosas, amburgues etc.. pois é ? se pudesse comia batatas fritas todos os dias, mais isso não vai fazer bem, para meu corpo, por isso prefiro comer verduras e saladas, por exemplo, que é ricos em nutrientes, da mesma forma temos que lidar com o Dinheiro, é muito bom esbanjar e comprar, comprar e comprar, coisas extra orçamentaria, 
Para ter bom resultado em ambos, é preciso ter disciplina, ser persistente e, principalmente, se reeducar para que a mudança de comportamento seja efetiva!
Existem alguns especialistas em planejamento financeiro que comparam a tarefa de organizar o orçamento com uma dieta alimentar.
Isso parece estranho pra você? Pois saiba que, nas duas situações, segundo Raphael Cordeiro, planejador financeiro, é preciso ter disciplina, ser persistente e, principalmente, se reeducar para que a mudança de comportamento seja efetiva. Isso significa: que você perceba os resultados e que consiga mantê-los! Então, confira algumas dicas para organizar as finanças:
  • Comece agora!
Existe um ditado bastante conhecido que diz "não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje". Pois saiba que ele é super importante tanto para a dieta, quanto para o planejamento financeiro.
Por que deixar para a segunda-feira o início do controle da alimentação? A impressão que passa é que só queremos adiar o começo.
A ideia é parecida com o orçamento: por que esperar até ficar endividado para começar a fazer um controle do bolso? Deixar para o dia seguinte pode prejudicar - e muito! - o resultado final.
  • Esteja preparado para fazer sacrifícios...
Não dá para negar que equilibrar o seu orçamento exige dedicação e algum trabalho, além de, em alguns casos, ter de rever alguns hábitos. Adotar uma vida saudável também!
Pensando em sua saúde, você decide começar uma dieta, matricula-se na academia, muda sua rotina para encaixar uma corrida ou caminhada todas as manhãs...   Com o tempo, você vê os benefícios! Sente-se mais disposto, de bem com a balança e recebe os parabéns do médico que acompanha essa ?transformação?.
Assim, procure adotar a mesma postura em relação ao planejamento financeiro: ao invés de pensar no que você precisa abrir mão, sonhe com o que pode realizar com os recursos que está poupando!
  • Dê um foco diferente para a sua felicidade!
Não há nada errado em ter um sonho de consumo ou desejar um alimento mais calórico. Porém, quando você começa a confundir os verbos "ter" e "ser", a situação complica.
Se você só consegue "ser" feliz se "tiver" tudo aquilo que deseja, provavelmente está vivendo além do que sua renda permite. É a mesma ideia com a comida: se você é feliz se "comer" tudo que desejar, está consumindo mais calorias e nutrientes do que seu corpo precisa!
Por isso é preciso mudar, para que seu planejamento do orçamento e da dieta seja bem-sucedido.
  • Fuja do "efeito sanfona"
Depois de tudo isso, ainda precisamos lembrar do efeito sanfona, tão comum para algumas pessoas que fazem dieta.
Ocorre que, com o objetivo de perder peso o mais rápido possível, a pessoa radicaliza e deixa de comer quase tudo do que gosta. O resultado? Quando se dá conta, cai na tentação e, não só volta a comer como antes, como exagera e passa a ingerir ainda mais calorias!
Pois saiba que no controle das despesas acontece algo parecido! A pessoa resolve radicalizar, exagerando no corte de despesas e, depois, sente-se tão podada com isso que acaba gastando tudo de uma vez.
Por isso é importante equilibrar, reeducando seus hábitos, estabelecendo suas metas e poupando devagar... e sempre! Boas economias!

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Gina Indelicada - O fenómeno das Rede Sociais


ginapalito
O que imaginar, para Criar uma pagina no facebook para um industria de Palito de dentes? talves poderiamos imaginar se voce fosse o proprietario de uma empresa desse porte? novidades nas embalagens?, modo de usar o palito? pronto acabou o assunto, mas a empresa apostou nas redes sociais de uma forma inovadora, criando um personagem, com sinal com muita simpatia, introvertida ,divertida e mais com piadas com simplicidade, de tal forma que conseguiu conquistar em 10 dias cerca de um milhão de  seguidores que ja curtiram a pagina. Hoje com 2 milhões, a marca que estava adormecida a anos, um crescimento tão Curto prazo que esta usando um email ainda improvisado, ginaindelicada@gmail.com, causando um crescimento no Faturamento, aumentando a procura pelos palitos de dentes em todos os supermercados do Brasil. Veja abaixo algumas respostas divertidas. 


A proposta da página é responder perguntas dos internautas sobre diversos assuntos e em menos de 10 dias cerca de um milhão de internautas já curtiram a página. 

gina1                    gina 2

Hoje é um fanpage de exemplo para varias empresas, que esta começando, mas logico,  ela esta atigindo um publico que ainda não fazia parte, de sua realidade que a juventude e a nova geração, logico que não qualquer empresa que pode usar da mesma estrategia, mas logico usem sempre a ferramenta da criatividade, e da disciplina.

essa é mais uma dica do contador e consultor 
Stevens Fraga

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Quer abrir uma empresa? Como começar?


O que você precisa saber para iniciar bem
img - quero abrir
Abrir e gerir uma empresa exige um conjunto de habilidades e conhecimentos. É preciso entender o mercado, o público que se deseja atingir e planejar bem o negócio. 

Uma boa gestão considera estratégias de marketing, um fluxo de caixa controlado e passa também por muita criatividade e inovação. 

Sebrae criou um roteiro para facilitar a abertura da sua empresa. O site Quero Abrir um Negócio ajuda quem ainda não sabe por ondecomeçar e aquele que já escolheu em que ramo atuar. 

Conte com o Sebrae no ambiente online, no atendimento presencial e bom proveito!
Que negócio abrir?

img - ideia
Você quer se tornar um empreendedor mas não sabe por onde começar ou que negócio abrir? Então, visite os menus IdeiasTipos e Ramos. Confira sugestões de como ganhar dinheiro; descubra o que é preciso ter para montar um negócio; e veja como oSebrae classifica e apoia a atividade escolhida.
Vai abrir um negócio?
Para tornar um negócio realidade, é preciso perfil empreendedor, conhecer a realidade do mercado e organizar um plano de negócios. 

Desperte

img - desperteO primeiro passo para alcançar o sucesso é descobrir se você já tem as características do empreendedor. No menu Desperte o interesse, você encontra conteúdo que lhe ajudará a desenvolver as habilidades necessárias para gerir uma empresa. 



Reúna
img - reunaA seguir, você precisa coletar informações para dar subsídio consistente à criação da empresa. Acesse a página Reúna informações e saiba quais dados pesquisar e como fazer o levantamento. 



Conheça

img - conheçaA terceira iniciativa é organizar as informações coletadas. O menu Conheça o mercadolhe ajudará a construir o plano de negócios e a definir estratégias para posicionar corretamente a empreitada no mercado. 



Consulte 


img - consulteNa página Consulte a viabilidade você encontra dicas de gestão financeira e descobrecomo identificar se o projeto trará retorno financeiro. 




Registre 

img - registreA última etapa é registrar o negócio. Visite o menu Registre a empresa e saiba o que é necessário para formalizar o empreendimento.


Dicas de como montar um negocio Próprio ...


20 dicas para você vencer o medo de montar um negócio de sucesso

Se você tem vontade de ser um empreendedor, veja como é possível deixar a insegurança de lado e partir para essa jornada

Por Júlia Zullig
 Shutterstock
Atire a primeira pedra quem nunca teve vontade demontar um negócio. Seja numa situação de desemprego, seja pela vontade de ganhar autonomia, todo mundo já foi cutucado pelo desejo de se tornar o próprio patrão. Mas a grande questão é: quantos desistem de colocar o seu sonho em prática? A maioria dos "aspirantes" a empresários, com certeza, joga a toalha antes mesmo de dar o primeiro passo. A razão está no medo. As pessoas têm pavor de apostar seu capital na montagem de um negócio e acabar perdendo investimentos que muitas vezes demoraram anos para serem acumulados.

Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper, diz que o Brasil tem muitasoportunidades, mas os empreendedores não estão bem preparados para aproveitá-las. E acabam sucumbindo. Um exemplo é que cerca de 27% das micro e pequenas empresas paulistas fecham as portas no primeiro ano de existência. Além dos ventos muitas vezes desfavoráveis que afetam a economia brasileira, a razão para o fracasso está na falta de planejamento. Com os pés no chão, a chance de vencer a insegurança e ser bem-sucedido aumenta muito.

Os que alcançam o sucesso são aqueles que corretamente identificam as oportunidades e tiram bom proveito delas. E que não se intimidam. "Acima de tudo, é importante ter perseverança, determinação e não se deixar levar pelas circunstâncias agressivas, que muitas vezes ameaçam a construção de um negócio. É fundamental levantar-se rapidamente das quedas", afirma Hashimoto.
SAIBA MAIS
Apesar de todos os empecilhos, o número de pessoas que se aventuram em busca de seus ideais é grande no Brasil. Não é à toa que o país está sempre em lugar de destaque quando se fala em empreendedorismo. Paulo Veras, ex-diretor geral do Instituto Endeavor, diz que o perfil do brasileiro é marcado por ousadia. "O brasileiro se sente mais confortável em lidar com o risco do que outros povos".

O medo que envolve montar um negócio estará sempre presente. Ele é até saudável, desde que não imobilize. O livro Como Fazer uma Empresa Dar Certo em um País Incerto, editado pelo Instituto Endeavor, descreve a importância do medo: "(...) O medo de não dar certo é absolutamente essencial, pois serve para que o empreendedor conheça seus limites e calcule o tamanho de seus riscos".

Se você se inclui no universo de candidatos a empreendedores que têm vontade de montar um negócio, mas estão tomados pelo medo dos riscos e incertezas, juntamos 20 dicas (que podem ser lidas nas próximas páginas desta reportagem), dadas por especialistas em empreendedorismo, para ajudá-lo a criar coragem para ir em frente e construir uma história de sucesso. Dê seu primeiro passo e boa sorte!

Para Descontrair essa Quinta Feira!!!

Para Descontrair essa  Quinta Feira!!!


“O enigma do retrocesso social”



Estamos vivendo um momento muito interessante na comunicação e marketing. Depois de descobrirmos o “poder das mídias sociais”, estamos em busca da melhor forma de aproveitar esse “poder” nos negócios. Todo esse movimento funciona em ciclos. Primeiro vem a descoberta de uma novidade ou uma nova rede, o início da adesão, seguida pelo entendimento do “modus operandi” e, depois a corrida por audiência. Acredito que quando falamos de grandes empresas, estamos no ciclo da busca por audiência.
Como profissional e consumidora tenho me preocupado com algumas modas que estão pegando nas redes sociais e, principalmente, em fan pages de grandes empresas. Basta dar uma olhada nas páginas com maior audiência para perceber a qualidade do conteúdo e a “infantilização” dos fãs. Páginas com milhões de fãs promovem um conteúdo tão vazio, que fica até difícil entender como as pessoas curtem e ainda se interessam por ele. Neste ponto, acho que não devemos ser políticos e pensar “cada um faz o que acha melhor”. Não acho que empresas que têm o poder de mídia e comunicação que as líderes em audiência no Facebook têm, estão imunes ao compromisso com a qualidade do seu conteúdo.
Porém, o que faz com que este tipo de estratégia continue é a aceitação das pessoas e o engajamento delas com um conteúdo extremamente vazio. Por isso o retrocesso social vem à tona: ao invés de usarmos as redes sociais para realmente promover algo diferente, grandes marcas ajudam a promover o vazio e, o pior, isso dá certo.
Antes que você tire da cartola comentários preconceituosos como: “Brasileiro é uma desgraça”, “Aqui ninguém tá nem aí com qualidade” ou coisas do gênero, digo uma coisa: Oh wait!.
O enigma do retrocesso social parece ser global
Trazer este tema para discussão em nosso mercado foi uma iniciativa que tive a partir da leitura do texto “O enigma do retrocesso social”, escrito pelo genial Thomas Baekdal. A partir da leitura, pude perceber que esse é um problema global: o vazio recompensado. Na ocasião, Thomas avalia o caso da empresa Celeb Boutique. Em linhas gerais, a empresa foi extremamente estúpida ao se aproveitar do Trend Topic #Aurora para promover seus produtos.
Acredite se quiser
A hashtag #Aurora se tornou um dos temas mais populares do Twitter depois do massacre promovido dentro de um cinema na cidade com o mesmo nome. Se aproveitando do tema, a empresa Celeb Boutique teve a brilhante ideia de tuitar:
followup1 O retrocesso e o vazio recompensado nas redes sociais | Spedito
O Tuite dava a entender que o tópico #Aurora no Twitter era proveniente de um vestido com o mesmo nome à venda pela empresa. Obviamente, muitas pessoas se mostraram impressionadas com a falta de noção da empresa, que desencadeou uma série de críticas. A empresa pediu desculpas e disse que usou #Aurora em seu tuite, mas não sabia sobre o que a hashtag falava. Um erro grotesco e uma desculpa ainda mais patética. No entanto, Thomas chegou à conclusão que deu início ao seu texto e a este: Empresas agem como idiotas, criam crises nas redes sociais e se tornam MAIS populares. No gráfico abaixo é possível ver que depois do tuite desastroso, a empresa conseguiu mais seguidores!
followup4 O retrocesso e o vazio recompensado nas redes sociais | Spedito
O que era de se esperar: uma grande crise de imagem. Porém, a falta de noção se torna um trampolim.
Podemos nos perguntar: “Neste caso, as pessoas podem ter seguido a empresa apenas para saber sobre seu posicionamento frente à crise”. Porém, mesmo depois das desculpas e solução do caso, as pessoas continuaram lá. Em situações de crise, esse argumento até pode ser válido, mas quando estamos falando de conteúdo cotidiano?
O problema é que casos dessa natureza ou do descomprometimento das empresas com conteúdo é amplamente recompensado pelas pessoas. Por que? Por que empresas como a Arezzo, que foi divulgada de forma negativa nas redes sociais (por sua coleção de produtos de pele de animais) acabou faturando 40% a mais? O que leva as pessoas a aprovarem, recomendarem e curtirem esse tipo de comportamento?
Mais #fail, mais fãs
Alguns podem dizer que postar conteúdo divertido nas redes sociais dá resultado, mas com o passar do tempo, o que será feito com esses milhões de fãs que incentivam as marcas a não investirem em qualidade? Isso que eu nem mencionei a compra de fãs. Ficamos tão felizes com a utilização das redes sociais para espalhar bons exemplos, boas práticas corporativas, cobrar por soluções, espalhar problemas sociais, facilitar nossa vida. O que será de nós profissionais se somente posts de “Curte vs. Compartilha” e frases de autoajuda ser o que realmente funciona?
Como profissional e por produzir conteúdo, realmente me preocupo com isso. Tenho medo de ver meus clientes cobrando esse tipo de interação vazia ou utilizar outros temas em discussão para autopromoção – porque que os fãs gostam – dominando um planejamento e relacionamento na comunicação corporativa. Não nego que humor e temas mais “leves” precisam fazer parte da vida das pessoas para descontrair. Mas há um ponto em que é preciso virar a chave a ter uma visão mais crítica sobre o que nos impacta.
Gostaria de saber a sua opinião, tanto como profissional quanto consumidor. O caminho a seguir é esse mesmo? Vale tudo na hora de conquistar audiência ou é melhor pisar no freio e rever e cobrar mais qualidade? As empresas atendem a demanda de conteúdo do seu público ou, a partir de mídia e garotos-propaganda, molda as pessoas ao seu conteúdo vazio?
Com informações Baekdal

Redes Sociais - Como as empresas terão de encarar cedo ou tarde esta novidade


por Gilberto Pavoni Junior (especial para IT )

“Péssimos usos das novas mídias podem ensinar como as companhias terão de encarar cedo ou tarde esta novidade
SÃO PAULO – Um estudo de uma pequena empresa americana de pesquisas, a Russell Herder, mostra grandes resultados sobre o comportamento corporativo na web 2.0. De acordo com o levantamento, 51% dos empresários têm medo das redes sociais. O temor deles é que a reputação das companhias seja ameaçada ao terem um contato inédito e aberto com a multidão conectada. Outros 49% temem que a produtividade de seus funcionários seja perdida.
Em meio a tanto entusiasmo com redes sociais, a metade descrente pode ser até confundida com pessimistas de plantão. Não é verdade. Em recente entrevista à revista HSM Management, o maior de todos os gurus de gestão, Philip Kotler, explica o papel destas novas relações. “Ela exacerbou a disponibilidade e a velocidade de transmissão de notícias tanto para o bem como para o mal.” Para ele, está cada vez mais difícil para uma empresa hoje oferecer má qualidade e pouco valor sem que o boca a boca espalhe palavras venenosas sobre a companhia.
Há lições a aprender sobre isso. As redes sociais não chegam a ser a mais completa novidade. Elas estão aí há pelo menos dois anos, no caso das mais novas como o Twitter. Outras são ainda mais antigas. O boom do Orkut no Brasil ocorreu entre 2003 e 2004. Por isso, se uma empresa acha que vai encontrar usuários despreparados, pode rever seus planos. Novatas nessa história são as empresas.
Mas sempre há como aprender. Cases de falta de traquejo com redes sociais são, muitas vezes, melhores para assimilar conhecimento sobre essas mídias do que aquela ‘rasgação de seda’ dos sucessos consagrados. Acompanhe cinco deles.
1 – Falou, está falado
Em agosto, Senador Aloizio Mercadante (PT-SP) anunciou no perfil que mantém no Twitter que deixaria a liderança do partido se as acusações contra o presidente do Senado José Sarney fossem arquivadas. Era uma decisão em ‘caráter irrevogável’, publicou. No dia seguinte, ele recuou. O intervalo entre a atitude enfática e o refugo seriam perdidos em um telejornal ou um noticiário impresso. Mas, na rede, as parabenizações se transformaram em críticas. Em poucas horas, o tal ‘caráter irrevogável’ virou piada. Durante um dia todo, foi o segundo assunto mais comentado nesse site q tem 50 milhões de usuários no mundo e cerca de 200 mil no Brasil.
2 – Não é TV
A apresentadora Xuxa Meneghel foi outra que descobriu da pior forma o que é boca a boca noTwitter. Também em agosto a celebridade da TV criou um perfil para divulgar seu trabalho diário. Mas erros de português dela e de sua filha Sasha foram duramente criticados pelos usuários. Xuxa reagiu com um palavrão e disse que a filha tinha sido educada em inglês, por isso a gramática falha. Foi a deixa para uma enxurrada de mensagens ofensivas que a fizeram abandonar o site.
3 – É a comunidade que te vigia
Em 2006, o supermercado Wal-Mart foi flagrado alterando o próprio verbete na Wikipedia. Qualquer um pode modificar os textos na enciclopédia online, mas existem regras e controle para isso. Os usuários do site alertaram para a quebra da isenção nos textos e o assunto foi parar nos jornais, virando o primeiro caso famoso de falta de ética em redes sociais.
4 – O meio é independente
Novamente o Wal-Mart. Ainda em 2006, um site chamado Walmarting Across America contava a história de dois fãs do varejista que viajavam pelos EUA e paravam nas lojas da rede onde conversavam com funcionários e clientes para mostrar como o Wall Mart era maravilhoso. Mas era tudo mentira: os dois eram contratados. A descoberta teve mais repercussão do que a propaganda. Outra que entrou nessa foi a Warner Music. Ao tentar divulgar uma banda com blogueiros, a empresa esqueceu-se de perguntar se eles gostavam da música. Resultado: você conhece a banda The Secret Machines? No Brasil, a Nike teve problema semelhante ao tentar promover o jogador Ronaldo em blogs.
5 – Educar é preciso
Em março, um funcionário do time de futebol americano Philadelphia Eagles foi demitido porque criticou a venda de um jogador ao rival. No Facebook, ele chamou os dirigentes de idiotas. Na Suíça, uma funcionária foi mandada embora após abandonar o emprego se queixando de dores de cabeça e ser flagrada em casa usando o iPhone em redes sociais. Outro funcionário da Fedex foi despedido porque falou mal da cidade onde a empresa está sediada no Twitter. Funcionários que sabem lidar com tecnologia nova deveriam ser demitidos ou educados para gerar valor em algo que nem a empresa sabe usar? Pense sobre isto.
6 – Assimile e aprenda com o ódio
A ótima história é contata no blog A Quinta Onda, do líder de marketing e comunicação da IBM Brasil, Mauro Segura. A diretoria de uma empresa descobriu uma comunidade no Orkut chamada ‘Eu odeio o banheiro da XYZ’ (os nomes são omitidos). A primeira reação foi achar o autor do despautério para demiti-lo. Até a área de TI foi envolvida para rastrear o safado que ousou criticar um banheiro da empresa. Após os ânimos se acalmarem, a diretoria resolveu verificar. O local era usado por 150 funcionários de um andar e era realmente uma imundice. A demissão foi trocada por uma reforma total. No final das obras, a comunidade sumiu.
Faltou mostrar um dado sobre o estudo da Russell Herder. Mais da metade dos pesquisados (51%) dizem que tem medo de usar redes sociais por puro desconhecimento. Provavelmente, eles nunca pesquisaram sobre esses péssimos cases na tnternet.”
Fonte:  http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=60749

Redes sociais atrapalham o relacionamento nas empresas



Redes sociais atrapalham o relacionamento nas empresas

ÉPOCA NEGÓCIOS

Que as redes sociais vieram para ficar é impossível negar. Que elas podem ajudar a diminuir distâncias e aproximar pessoas também é fato. Mas profissionais de Recursos Humanos e psiquiatras têm observado que as redes vêm contaminando negativamente o relacionamento nas corporações.
Segundo especialistas entrevistados por NEGÓCIOS, há nas organizações, cada dia mais, uma superficialidade das relações que é decorrência do mundo virtual. “As pessoas estão mais preocupadas em se exporem, em se exibirem, do que em serem realmente quem elas são”, diz Denys Monteiro, managing partner da Unidade de Negócios da Fesa.
Para Paulo Gaudêncio, médico psiquiatra, psicoterapeuta e consultor, as redes sociais não deveriam substituir o olho no olho e a importância dos relacionamentos interpessoais. O assunto foi tema do 5º Fórum Alatur, ontem (21/09), na Fecomercio, em São Paulo.
“Essa interação pelas redes é acessória, secundária. O homem é um animal racional, que sente e pensa, mas tem o defeito de viver como se só pensasse. Por isso, acaba falando o que pensa e agindo como sente. Daí fala uma coisa, vai e faz outra”, diz Gaudêncio para explicar a importância da interação pessoal.
Com as redes, as pessoas tendem a se relacionar com muita gente e ter pouca proximidade com os outros, na opinião de Monteiro. Até aí, nenhuma grande novidade. Mas o fato é que essa é a realidade, na corporação.
“As pessoas deixam de contribuir, porque passa a ser uma necessidade estar o tempo inteiro aparecendo e trocando. E no ambiente corporativo são essas relações de troca que definem a sua carreira”, afirma Monteiro.
O consultor dá algumas dicas para evitar que a comunicação nas empresas se deixe levar pela superficialidade das redes:
- Comunicação clara é fundamental. Muitas vezes as pessoas acham que entenderam ou que foram entendidas. E não foram. Tome o cuidado de comunicar, por exemplo, o que se espera, de que maneira e quando.
- A comunicação geralmente trava quando não foi desenvolvido um vínculo que faça com que o interlocutor escute de verdade. Quando há preconceito em relação ao que o líder ou ao que o liderado diz, é certo que haverá perda.
- É preciso praticar a tal da escuta generosa (termo bastante usado por psicólogos). Pratica a escuta a ponto de ela te transformar.
- Atualmente, as pessoas precisam se sentir engajadas. As redes mostram isso: as pessoas querem ter voz e querem participar. Antigamente, o líder era um chefe que ordenava. Dar espaço para que o empregado se sinta engajado é um desafio.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

A vantagem da compra própria


O MAIOR SONHO do brasileiro é conquistar a casa própria. Uma pena, pois é um sonho limitador. Por darem tanta importância a esse sonho, inúmeros brasileiros se precipitam e assinam um contrato de financiamento muito antes de conquistar reais condições de quitá-lo com tranquilidade. Pagam uma enormidade de juros por isso.
Se quisermos comprar uma casa ainda jovens, quando a poupança e a renda familiar ainda têm muito a crescer, teremos poucos recursos a oferecer de entrada ao nosso financiador. Com entrada pequena, o saldo a financiar é enorme e tem que ser dividido em muitas prestações.
O grande custo da dívida não está exatamente na taxa de juros nela embutida, mas sim no prazo que escolhemos para dividir os parcelamentos. Mesmo nos financiamentos mais populares e baratos, o preço de um imóvel financiado em 30 anos vai ser multiplicado duas vezes e meia. Os juros são baixos, e muitos especialistas argumentam que, diluído nesse prazo, o custo financeiro é razoável diante da grande conquista.
Porém o que os especialistas esquecem de levar em consideração é que, por pagarem em 30 anos, muitos devedores acabam comprando um imóvel maior do que necessitavam na época da assinatura do contrato. Um imóvel para um casal recém-casado é diferente de um imóvel que espera receber filhos nas próximas primaveras.
Os jovens que compram seu imóvel quando ainda ganham pouco acabam por comprometer excessivamente o orçamento familiar com uma prestação maior do que pagariam pelo aluguel de um apartamento mais simples e adequado para o momento.
Falta dinheiro para seu lazer, para seus planos de curto e médio prazos. Não há verba para se educar e aumentar sua renda. Poupar? Nem pensar.
Com um orçamento apertado por uma pesada prestação, qualquer imprevisto leva o casal a contrair pequenas dívidas. Férias? Só se contraírem um empréstimo. Carro? Só financiado. A consequência é que, normalmente, por assumirem o supostamente barato financiamento da casa própria, muitas famílias caem no perigoso jogo das pequenas dívidas, que no Brasil custam os olhos da cara.
A casa está a caminho de se tornar própria, mas todo o consumo é dependente do dinheiro de bancos ou financeiras, deteriorado por juros que diminuem o poder de compra.
O que falta ao brasileiro é a percepção de que a ingênua escolha de se endividar excessivamente para pagar a casa própria faz com que seu consumo cotidiano deixe de ser próprio. Uma vez dentro da ciranda das dívidas, esse brasileiro só consegue consumir se tiver um banco disposto a lhe alugar dinheiro a juros nada convenientes. Não é raro deparar com a absurda proposta de dividir compras de supermercado em 12 prestações. Se desmembrarmos o orçamento da classe média entre consumo, impostos e custo financeiro, teremos aproximadamente um terço da renda para cada um desses itens.
Em outras palavras, apenas um terço do suado dinheirinho do trabalho realmente se transforma em aquisição de bem-estar. O restante é dividindo entre um governo ganancioso e incompetente e bancos competentes em entender e explorar esse jogo.
Existe receita para tornar seu consumo mais eficiente. Prefira uma vida mais simples e barata, para que mais dinheiro sobre para as suas escolhas de bem-estar.
Enquanto não tiver ao menos 40% do valor do imóvel que deseja comprar, trabalhe bastante, estude para aumentar sua renda e viva em um imóvel alugado, mais simples do que aquele que você compraria. Poupe um pouco e gaste seu dinheiro com prazer.
A hora de comprar chegará quando, ao fazer as contas, você perceber que pode quitar seu imóvel em um prazo de até 15 anos. Depois disso, você terá que gastar com reformas. Até lá, discipline-se para acumular dinheiro antes de realizar seus sonhos cotidianos de consumo. Evitando dívidas e compras a prazo, você pagará menos juros e comprará mais bens e serviços, dando mais produtividade ao seu dinheiro.

Planilha para controle de gastos pessoais

Planilha para controle de gastos pessoais


Controlar adequadamente nossos gastos pessoais é fator fundamental para uma vida tranquila e próspera.
Mas o que todos se perguntam é: como fazer esse milagre? Afinal, é difícil atravessar o mês sem entrar no cheque especial ou se auto financiar através do cartão de crédito.
Qual a receita?
Aqui vamos dar algumas dicas importantes:
1. Gaste menos do que você ganha. Todos falam isso: nossos avós, nossos pais, os economistas, ou seja, muita gente. Você estar pensando… Prof. Celso, falar é fácil, difícil é por em prática. Não falei que seria simples, mas vamos lá: você sabe quanto gasta mensalmente e em quê? Você sabe como suas despesas se comportaram esse ano? Onde você consome a maior parte de sua renda? Quanto você já pagou de juros esse ano? Veja a dica 2. Ela lhe ajudará a começar a organizar sua vida financeira.
2. Documente tudo! Isso mesmo, formalize o que acontece com as suas finanças. Vale usar um caderno, bloquinho. Mas que tal uma boa planilha, hein? Separar as contas por tipo, controlar suas despesas, suas receitas, enfim, ter um histórico completo do que você ganha, do que você gasta e como gasta. Ah, tome cuidado. Não adianta se empolgar, começar a fazer e parar no meio do caminho. Seu controle para ser efetivo deve estar sempre atualizado. Temos uma planilha excelente disponível para download em:
http://www.oeconomista.com.br/planilha-para-controle-das-financas-pessoais/

3. Avalie suas despesas. Verifique se tudo que você gasta realmente é necessário. Para os que estão endividados é necessário cortar o que é menos importante. Se você já documentou tudo através da planilha poderá observar o que deve ser mantido e o que você terá que cortar para resolver seus problemas.
4. Seja disciplinado. Disciplina é condição fundamental para o sucesso financeiro de qualquer pessoa. Disciplina para gastar somente o necessário. Disciplina para poupar. Disciplina para pagar contas atrasadas. Alimente esta qualidade em você.
5. Poupar para ganhar! Você já pensou em guardar um pouquinho daquilo que você ganha todo mês? Este é um bom hábito que pode lhe ajudar muito. Vale poupança, previdência privada ou qualquer outro investimento que lhe agrade. Você deve estar pensando… o Prof. Celso é um daqueles economistas chatos que não quer ver ninguém feliz e só pensa em guardar dinheiro. Não é bem assim. Vamos aos fatos: guardar um pouquinho agora pode significar bastante dinheiro no futuro. E esse dinheiro pode ser poupado com vários objetivos:
- Ter uma reserva de segurança em situações de emergência;
- Aposentadoria;
- Uma viagem;
- O carro novo;
- A faculdade do filho;
- Entre tantas outras coisas.
Faça o teste. Se você possui dívidas deve resolvê-las. Mas se você já as resolveu, que tal determinar um valor ou percentual de seu salário para um investimento? Como eu já falei, basta ser disciplinado.
6. Estou endividado. Se você já documentou sua situação é hora de montar as estratégias para resolver seus problemas.